2014/04/18
2012/07/05
2012/05/13
Artigo 2 - A visão de mundo cristã é a melhor explicação
Artigo 2 - A visão de mundo cristã é a melhor explicação
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2012/04/06
Série - O Cristianismo é verdadeiro?
Em Abril de 2010, o blog Apologetics 315(de Brian Auten) iniciou uma série de 23 artigos em resposta à questão: “Porque o Cristianismo é verdadeiro?” Cada artigo foi elaborado por diferentes blogs de apologética cristã. Os seus contextos pessoais são diferentes: são professores, detetives, pastores, cientistas, estudantes, e a cada um foram dadas apenas 1000 palavras para fazerem a sua defesa de forma concisa (três destes artigos foram ampliados com o intuito de darem suporte, do início ao fim da série).
As razões que sustentam a verdade do Cristianismo são várias – desde a História, Ciência, Cosmologia, Moral, Escrituras, a ressurreição de Jesus, a experiência pessoal, etc. Não se pretende provar a visão de mundo cristã, ou contradizer cada objeção daqueles que zelosamente rejeitam Deus. Pretende-se que seja um ponto de partida para aqueles que, com sinceridade, procuram a verdade – aqueles que se perguntam se há boas razões para crer.
O Portal Cristão inicia agora a publicação destes artigos em versão portuguesa, sendo no final disponibilizado para download o e-book com a compilação de todos os artigos em português.
O download dos artigos e respetivos ficheiros de áudio na língua original pode ser feito em http://www.apologetics315.blogspot.com
Aproveitem!
As razões que sustentam a verdade do Cristianismo são várias – desde a História, Ciência, Cosmologia, Moral, Escrituras, a ressurreição de Jesus, a experiência pessoal, etc. Não se pretende provar a visão de mundo cristã, ou contradizer cada objeção daqueles que zelosamente rejeitam Deus. Pretende-se que seja um ponto de partida para aqueles que, com sinceridade, procuram a verdade – aqueles que se perguntam se há boas razões para crer.
O Portal Cristão inicia agora a publicação destes artigos em versão portuguesa, sendo no final disponibilizado para download o e-book com a compilação de todos os artigos em português.
O download dos artigos e respetivos ficheiros de áudio na língua original pode ser feito em http://www.apologetics315.blogspot.com
Aproveitem!
2012/03/24
A criação e a salvação
Um filme de: Chris Powers (www.youtube.com/actionjones)
PDF texto: http://www.4shared.com/office/W7JdzAot/file.html
2011/05/01
2011/03/06
O CUMPRIMENTO DE PROFECIAS
Adaptado de: http://www.estudosdabiblia.net/d37.htm, por Allen Dvorak.
A Bíblia é um livro cheio de instruções para a vida, mas há muitos livros que pretendem oferecer conselho semelhante. O que a torna diferente desses livros?
Este livro que declara ser a Palavra de Deus (i.e., um livro divinamente inspirado, uma revelação divina), tem tido uma enorme influência na História do homem, continua a ser o livro mais traduzido de sempre e é amplamente crido como Palavra de Deus. Mas que evidências existem para apoiar esta crença? É sem fundamento esta fé?
A chamada inspiração é a influência do Espírito Santo sobre os escritores da Bíblia, para que as coisas que escreveram fossem exactamente o que Deus desejou revelar ao homem.
A Bíblia é um livro cheio de instruções para a vida, mas há muitos livros que pretendem oferecer conselho semelhante. O que a torna diferente desses livros?
Este livro que declara ser a Palavra de Deus (i.e., um livro divinamente inspirado, uma revelação divina), tem tido uma enorme influência na História do homem, continua a ser o livro mais traduzido de sempre e é amplamente crido como Palavra de Deus. Mas que evidências existem para apoiar esta crença? É sem fundamento esta fé?
A chamada inspiração é a influência do Espírito Santo sobre os escritores da Bíblia, para que as coisas que escreveram fossem exactamente o que Deus desejou revelar ao homem.
"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correcção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2Tm. 3:16-17).
Se a Bíblia é simplesmente um produto de homens, não tem mais autoridade que qualquer outro padrão moral que se possa inventar. Mas se é mesmo a Palavra de Deus, então, o padrão moral que apresenta é a expressão da autoridade de Deus.

A profecia cumprida é uma evidência da origem divina da Bíblia:
O homem não pode conhecer o futuro; apenas Deus - pela sua omnisciência - pode predizer os acontecimentos ao pormenor.
Através de Isaías, Deus desafiou os falsos deuses adorados pelos homens:
"Tragam e anunciem-nos as coisas que hão-de acontecer. Anunciem-nos as coisas passadas, para que atentemos para elas e saibamos se se cumpriram; ou façam-nos ouvir as coisas futuras. Anunciem-nos as coisas que ainda hão-de vir, para que saibamos que são deuses" (41:22-23; vd 42:8-9; 44:6-8).

A profecia cumprida é uma evidência da origem divina da Bíblia:
O homem não pode conhecer o futuro; apenas Deus - pela sua omnisciência - pode predizer os acontecimentos ao pormenor.
Através de Isaías, Deus desafiou os falsos deuses adorados pelos homens:
"Tragam e anunciem-nos as coisas que hão-de acontecer. Anunciem-nos as coisas passadas, para que atentemos para elas e saibamos se se cumpriram; ou façam-nos ouvir as coisas futuras. Anunciem-nos as coisas que ainda hão-de vir, para que saibamos que são deuses" (41:22-23; vd 42:8-9; 44:6-8).
Critérios – a profecia...
- Não é o resultado de cálculo matemático, nem a projecção da sabedoria política ou científica, nem uma conjectura feliz. É a predição concreta de eventos além do poder natural que o homem tem para prever. Muitos são os que fazem predições, mas a maioria (ou todas) são meramente palpites sobre eventos futuros, baseados nos eventos correntes.
- Tem que ser feita bem antes que o evento aconteça. Pode-se imaginar quem será o próximo presidente de Portugal, mas predizer hoje quem vai ser o presidente de Portugal no ano 2100 era uma verdadeira profecia.
- Tem que ter um cumprimento claro para ser possível estabelecer uma relação clara entre a profecia e o evento que supostamente a cumpre. Alguns fazem "profecias" numa linguagem tão geral que quase permite que sejam “cumpridas” através de qualquer evento futuro, em vez de por um evento específico. A linguagem tem que ser não ambígua nem enganosa.
Exemplos:
Na Bíblia encontram-se inúmeras predições sobre os destinos de nações e cidades. Isaías predisse que Jerusalém e o templo seriam reconstruídos por ordem de Ciro, o persa, que permitiria aos israelitas regressarem do cativeiro (Isaías 44:28 a 45:13). Quando ele fez estas profecias (~700 a.C.), a cidade de Jerusalém e o templo ainda estavam em pé, o reino do sul de Judá ainda não tinha sido levado em cativeiro, e os assírios eram a potência mundial. Ciro libertou os cativos de Judá cerca de 160 anos depois (~536 a.C.).
O Velho Testamento está também repleto de minuciosas profecias a respeito do Messias (a natureza do seu nascimento, a sua vida e a morte), que, se quisermos observar com sinceridade e
imparcialidade, percebemos que foram todas cabalmente cumpridas.
Foi Isaías quem profetizou que o Messias nasceria de uma virgem, 700 anos antes de isso acontecer (Isaías 7:14 e Mateus 1:22-23); Miqueias, que viveu no tempo de Isaías, predisse o local de nascimento do Messias (aqui). Como poderiam estes homens ter predito estas coisas a menos que Deus os estivesse a guiar?
Mais exemplos: aqui1, aqui2, aqui3, aqui4.
Conclusão
A Bíblia contém profecias que satisfazem os critérios já referidos, e demonstra assim a sua natureza divinamente inspirada.
Se a profecia cumprida confirma a origem divina da Bíblia, então é obra de Deus e contém um padrão moral com autoridade para as nossas vidas, governando a conduta de todos os que queiram viver eternamente na presença do Criador. A evidência está disponível para quem quiser estudá-la. Este é o desafio, o risco é demasiado alto para deixar o assunto para mais tarde. O que concluis sobre a Bíblia?
Consulta também Um Livro Velho, O porquê do Cristianismo e Portal Cristão Magazine nº2.
- Não é o resultado de cálculo matemático, nem a projecção da sabedoria política ou científica, nem uma conjectura feliz. É a predição concreta de eventos além do poder natural que o homem tem para prever. Muitos são os que fazem predições, mas a maioria (ou todas) são meramente palpites sobre eventos futuros, baseados nos eventos correntes.
- Tem que ser feita bem antes que o evento aconteça. Pode-se imaginar quem será o próximo presidente de Portugal, mas predizer hoje quem vai ser o presidente de Portugal no ano 2100 era uma verdadeira profecia.
- Tem que ter um cumprimento claro para ser possível estabelecer uma relação clara entre a profecia e o evento que supostamente a cumpre. Alguns fazem "profecias" numa linguagem tão geral que quase permite que sejam “cumpridas” através de qualquer evento futuro, em vez de por um evento específico. A linguagem tem que ser não ambígua nem enganosa.
Exemplos:
Na Bíblia encontram-se inúmeras predições sobre os destinos de nações e cidades. Isaías predisse que Jerusalém e o templo seriam reconstruídos por ordem de Ciro, o persa, que permitiria aos israelitas regressarem do cativeiro (Isaías 44:28 a 45:13). Quando ele fez estas profecias (~700 a.C.), a cidade de Jerusalém e o templo ainda estavam em pé, o reino do sul de Judá ainda não tinha sido levado em cativeiro, e os assírios eram a potência mundial. Ciro libertou os cativos de Judá cerca de 160 anos depois (~536 a.C.).
O Velho Testamento está também repleto de minuciosas profecias a respeito do Messias (a natureza do seu nascimento, a sua vida e a morte), que, se quisermos observar com sinceridade e
imparcialidade, percebemos que foram todas cabalmente cumpridas.Foi Isaías quem profetizou que o Messias nasceria de uma virgem, 700 anos antes de isso acontecer (Isaías 7:14 e Mateus 1:22-23); Miqueias, que viveu no tempo de Isaías, predisse o local de nascimento do Messias (aqui). Como poderiam estes homens ter predito estas coisas a menos que Deus os estivesse a guiar?
Mais exemplos: aqui1, aqui2, aqui3, aqui4.
Conclusão
A Bíblia contém profecias que satisfazem os critérios já referidos, e demonstra assim a sua natureza divinamente inspirada.
Se a profecia cumprida confirma a origem divina da Bíblia, então é obra de Deus e contém um padrão moral com autoridade para as nossas vidas, governando a conduta de todos os que queiram viver eternamente na presença do Criador. A evidência está disponível para quem quiser estudá-la. Este é o desafio, o risco é demasiado alto para deixar o assunto para mais tarde. O que concluis sobre a Bíblia?
Consulta também Um Livro Velho, O porquê do Cristianismo e Portal Cristão Magazine nº2.
2011/02/24
A MORAL EVOLUIU?
FAZER DOWNLOAD (ajuda para download aqui).
Traduzido por http://www.portal-cristao.blogspot.com/
Usado com permissão de Stand to Reason.
Original: http://www.str.org/site/News2?page=NewsArticle&id=5458
© Gregory Koukl
Traduzido por http://www.portal-cristao.blogspot.com/
Usado com permissão de Stand to Reason.
Original: http://www.str.org/site/News2?page=NewsArticle&id=5458
2011/01/01
2010/12/12
EVANGELHO DE ESCÂNDALO - PAUL WASHER
Para consultares onde quiseres faz DOWNLOAD (instruções para download? Aqui)
© HeartCry Missionary Society. Website: http://www.heartcrymissionary.com/
© HeartCry Missionary Society. Website: http://www.heartcrymissionary.com/
2010/12/10
"E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." (profeta Miquéias, 7 séculos antes de Cristo - Mq.5:2)Ver mais AQUI!
O Portal Cristão deseja a todos um Feliz Natal!
2010/12/01
FAITHFUL– Brooke Fraser
Aqui no YouTube, por Brooke Fraser (Album: Albertine)
Há uma distância no ar que não consigo fazer desaparecer
Tento chamar a Tua atenção com toda a minha força
Não consigo sentir-Te perto, embora saiba que estás sempre aqui
Mas é o consolo de Te ter próximo que anseio
Ver continuação da tradução livre em Comentários.
2010/11/17
@LGUÉM DISSE… QUE SER ATEU NÃO É RACIONAL
Será que o ateísmo é racional? Espreita o post:Ateísmo – uma filosofia de vida irracional
Fonte: www.alogicadosabino.wordpress.com
2010/11/09
“DEUS, UM DELÍRIO” – O DEBATE
Um debate muito interessante sobre este livro, entre Richard Dawkins e John Lennox, traduzido para português pela equipa do Deus em Debate.
[DEBATE] Deus, Um Delírio: O Debate - Richard Dawkins & John Lennox.
[DEBATE] Deus, Um Delírio: O Debate - Richard Dawkins & John Lennox.
2010/11/01
É SÓ DESPENALIZAR.
[Consulta mais aqui.]
Percebo as questões que envolveram a despenalização do aborto no nosso país, e não quero reabrir aqui essa discussão. Só quero que cada vez mais pessoas estejam atentas para o verdadeiro problema do aborto (i.e., roubar uma vida humana, que tem valor) e que isso as leve a agir correctamente, de acordo com essa percepção.
Entendo que muitas mulheres abortam por pressões que lhes são externas, muitas vezes contra a própria vontade, que sofrem com isso e, como disse, é um assunto que não pretendo discutir aqui. Contudo, não nos podemos esquecer que estamos a interferir com outra vida humana.
Não julgando situações que me são alheias, mas essas pressões também justificariam que uma mãe matasse qualquer outro dos seus filhos já nascidos?
Existe uma ilustração que coloca a seguinte hipótese: se os pais de 5 filhos querem abortar por não terem condições financeiras para sustentar mais uma criança, porque não matam uma das já nascidas? Qual a diferença entre o bebé dentro do ventre materno e esse mesmo bebé depois de dois anos?
O desespero não pode ser justificação quando se põe em risco a vida de outro ser humano. Tenha quanto tempo de vida tiver – é um ser humano. Quem delimita uma fronteira a partir da qual é um ser humano? Quem pode fazer isso? Porquê? Como? Com base em quê?
Para qualquer esclarecimento, ou orientação, contacta portal-cristao@hotmail.com .
Um abraço,
Joana
Jesus é a Esperança
Percebo as questões que envolveram a despenalização do aborto no nosso país, e não quero reabrir aqui essa discussão. Só quero que cada vez mais pessoas estejam atentas para o verdadeiro problema do aborto (i.e., roubar uma vida humana, que tem valor) e que isso as leve a agir correctamente, de acordo com essa percepção.
Entendo que muitas mulheres abortam por pressões que lhes são externas, muitas vezes contra a própria vontade, que sofrem com isso e, como disse, é um assunto que não pretendo discutir aqui. Contudo, não nos podemos esquecer que estamos a interferir com outra vida humana.
Não julgando situações que me são alheias, mas essas pressões também justificariam que uma mãe matasse qualquer outro dos seus filhos já nascidos?
Existe uma ilustração que coloca a seguinte hipótese: se os pais de 5 filhos querem abortar por não terem condições financeiras para sustentar mais uma criança, porque não matam uma das já nascidas? Qual a diferença entre o bebé dentro do ventre materno e esse mesmo bebé depois de dois anos?
O desespero não pode ser justificação quando se põe em risco a vida de outro ser humano. Tenha quanto tempo de vida tiver – é um ser humano. Quem delimita uma fronteira a partir da qual é um ser humano? Quem pode fazer isso? Porquê? Como? Com base em quê?
Para qualquer esclarecimento, ou orientação, contacta portal-cristao@hotmail.com .
Um abraço,
Joana
Jesus é a Esperança
2010/10/23
2010/10/17
OS HOMENS CEGOS, O ELEFANTE E O ZOO
Já devem ter ouvido falar da velha ilustração dos homens cegos e do elefante...
Aqui fica uma versão alternativa da história (muito mais esclarecedora, diria eu):
Um dos homens ainda esteve perto, ainda teve uma percepção – embora limitada – do elefante... mas só um verdadeiramente o encontrou, estando aberto ao que ele lhe queria revelar.
Na busca por Deus, as pessoas tacteiam à sua volta, buscando saber o que não podem saber por si mesmas. Muitas entram no sítio errado, ignorando as placas que lhes apontam o único Deus. Outras estão demasiado ocupadas com prazeres e actividades.
As diferentes interpretações de Deus não são necessariamente diferentes aspectos da mesma realidade, mas descrições de coisas completamente diferentes. Não é um elefante, mas um camelo ou uma avestruz.
Texto adaptado de Chris Knight: http://www.bethinking.org/resources/the-blind-men-the-elephant-and-the-zoo.htm
Uns homens cegos encontram um elefante [e como sabiam que era um elefante?]. Cada um toca numa parte diferente do elefante e fica convencido que a sua explicação é a correcta: um toca na tromba e diz que um elefante é como uma árvore, outro pega na cauda e diz que é como uma corda, etc. Contudo, não percebem que as suas descrições são incompletas. O mesmo acontece com as religiões: cada uma tem acesso a uma parte diferente de Deus, cada uma é uma parte dessa verdade completa.
Mas para se saber que cada religião é apenas uma parte do conceito total de Deus, tem que se ser capaz de ver Deus em toda a sua plenitude e entender como cada religião reflecte uma parte dessa imagem completa.
Aqui fica uma versão alternativa da história (muito mais esclarecedora, diria eu):
Como uns homens cegos estão à procura de um elefante para saberem como ele é, decidem ir ao zoo.
Um chega ao primeiro animal que encontra – um camelo – e conclui que é um elefante: é peludo, tem duas bossas e quatro longas pernas.
O segundo passa pelo elefante ignorando a indicação em Braille; encontra mais à frente uma avestruz e decide que é um elefante: com penas, duas pernas e um bico.
Um outro homem acabou por ir parar à zona do elefante mas, alheio a tudo à sua volta, apenas tacteando, conclui que um elefante é como um castelo: tem quatro colunas fortes (as patas) e duas grandes setas à porta (os dentes).
Por fim chega lá o último homem, tendo consultado as indicações que havia pelo zoo e perguntando a um tratador, para se certificar que estava no sítio certo.
Chegando mais perto, o homem murmurou para si: “Queria tanto saber como é um elefante...” De imediato, a sua visão tornou-se clara e ele pôde ver o elefante por inteiro, e teve também uma interessante conversa com ele.
Mais tarde, falando com os seus amigos, o homem percebe que eles têm ideias absurdas sobre o elefante. Explica-lhes que um encontro com ele pode literalmente abrir os seus olhos e ouvidos, revelando-lhes também a natureza interior dele. Alguns deles acreditaram e voltaram ao zoo para verem por eles próprios. Outros ignoraram-no e chamaram-no de louco.
Um dos homens ainda esteve perto, ainda teve uma percepção – embora limitada – do elefante... mas só um verdadeiramente o encontrou, estando aberto ao que ele lhe queria revelar.
Na busca por Deus, as pessoas tacteiam à sua volta, buscando saber o que não podem saber por si mesmas. Muitas entram no sítio errado, ignorando as placas que lhes apontam o único Deus. Outras estão demasiado ocupadas com prazeres e actividades.
As diferentes interpretações de Deus não são necessariamente diferentes aspectos da mesma realidade, mas descrições de coisas completamente diferentes. Não é um elefante, mas um camelo ou uma avestruz.
Texto adaptado de Chris Knight: http://www.bethinking.org/resources/the-blind-men-the-elephant-and-the-zoo.htm
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