Traduzido por http://www.portal-cristao.blogspot.com/
Usado com permissão de Stand to Reason.
Original: http://www.str.org/site/News2?page=NewsArticle&id=5458
Uns homens cegos encontram um elefante [e como sabiam que era um elefante?]. Cada um toca numa parte diferente do elefante e fica convencido que a sua explicação é a correcta: um toca na tromba e diz que um elefante é como uma árvore, outro pega na cauda e diz que é como uma corda, etc. Contudo, não percebem que as suas descrições são incompletas. O mesmo acontece com as religiões: cada uma tem acesso a uma parte diferente de Deus, cada uma é uma parte dessa verdade completa.
Como uns homens cegos estão à procura de um elefante para saberem como ele é, decidem ir ao zoo.
Um chega ao primeiro animal que encontra – um camelo – e conclui que é um elefante: é peludo, tem duas bossas e quatro longas pernas.
O segundo passa pelo elefante ignorando a indicação em Braille; encontra mais à frente uma avestruz e decide que é um elefante: com penas, duas pernas e um bico.
Um outro homem acabou por ir parar à zona do elefante mas, alheio a tudo à sua volta, apenas tacteando, conclui que um elefante é como um castelo: tem quatro colunas fortes (as patas) e duas grandes setas à porta (os dentes).
Por fim chega lá o último homem, tendo consultado as indicações que havia pelo zoo e perguntando a um tratador, para se certificar que estava no sítio certo.
Chegando mais perto, o homem murmurou para si: “Queria tanto saber como é um elefante...” De imediato, a sua visão tornou-se clara e ele pôde ver o elefante por inteiro, e teve também uma interessante conversa com ele.
Mais tarde, falando com os seus amigos, o homem percebe que eles têm ideias absurdas sobre o elefante. Explica-lhes que um encontro com ele pode literalmente abrir os seus olhos e ouvidos, revelando-lhes também a natureza interior dele. Alguns deles acreditaram e voltaram ao zoo para verem por eles próprios. Outros ignoraram-no e chamaram-no de louco.
À semelhança de Paul Davies (físico), podemos dizer:
Adaptado de: www.abortionno.org/Resources/fastfacts.htmlO aborto sempre esteve intimamente associado ao nazismo e à sua eugenia racista.
O aborto tem como vítimas um número desproporcional de minorias e desfavorecidos, especialmente as crianças negras no Ocidente e as meninas na Ásia.
Fonte: http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2009_03_22_archive.html
E será que essas crianças – futuros adultos – não estarão mesmo a ser poupadas de sofrimento? Respondo como no post anterior: como é que achamos que estamos a fazer bem ao poupá-las de um eventual sofrimento, quando nem sequer o direito à vida lhes damos, o direito básico de todos os seres humanos?
Usando mais uma vez a analogia da escravatura: os escravos viviam em sofrimento. Era suposto lutar pela sua liberdade ou matá-los? (ainda para mais, sem consultá-los sobre se preferiam viver ou não...)
Primeiro supomos que estas crianças ainda não nascidas estariam destinadas a sofrer, e depois supomos que prefeririam morrer do que viver com o sofrimento. Elas não têm voz, e nós tiramos-lhes a hipótese de um dia virem a ter.
Para concluir deixo dois exemplos que nos deviam fazer pensar:
- Nick Vujicic, nasceu sem membros (ver vídeo em português);
- Gianna Jessen, sobrevivente de um aborto (ver vídeo em português);
Próximo: Aborto e situações limite
Imagem: http://www.flickr.com/photos/22719239@N04/2241322031/

“A Rússia é um dos países que mais aborta e isso não melhorou em nada a
situação – pelo contrário, é um país em vias de extinção.”
Fonte: http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2009_03_22_archive.html
O feto não é um monte de células associadas aleatoriamente. Contém toda a informação que irá permitir que cresça e se torne num homem ou numa mulher.Não se trata de uma personificação emocional. Mesmo que afirmássemos que o feto é apenas uma ‘massa celular’ sem importância, não poderíamos dizer a partir de quando deixava de o ser.

Fui para casa e comecei a ler artigos, fazer cálculos, pesquisar, realizar experiências... e cheguei a uma conclusão: ele surgiu ali do nada, por acaso. É uma possibilidade, ainda por cima não andava por ali mais ninguém, e apareceu num sítio tão escondido. É isso, surgiu!
Tirei os óculos… (suspiro). Como é que alguém pode suportar uma teoria que admite isto? Ou não estava ciente das consequências da visão evolucionista, ou as quer ignorar (sendo alguém muito estranho). Ou então não acredita de facto no que defende.
Se eu afirmasse que o meu computador não foi fabricado, mas simplesmente surgiu do nada, provavelmente desconfiavas. O que me dirias?
Aquele que vai muito além do que os olhos podem conter, muito além do que a mente pode compreender, deixou a Sua nítida marca naquilo que podemos ver e compreender.
Não estou interessado neste ou naquele fenómeno, no espectro deste ou daquele elemento. Quero conhecer os pensamentos de Deus; o resto são detalhes.
ALBERT EINSTEIN